Transformative change

IA, geopolítica e mercados redefinem o cenário global de 2026

Transformative change

O estudo apresenta 2026 como um ano de mudanças estruturais profundas, impulsionadas pela combinação entre inteligência artificial, política monetária mais acomodatícia, aumento da atividade corporativa, tensões geopolíticas e uma nova corrida global por infraestrutura, energia, chips e minerais estratégicos.

A MUFG destaca que a IA está no centro da Quarta Revolução Industrial, com potencial para transformar modelos de negócio, estruturas de mercado e cadeias produtivas. O relatório aponta que a demanda por infraestrutura de IA pode gerar um dos maiores ciclos de investimento da história, com projeções de capex entre US$ 5,2 trilhões e US$ 7,9 trilhões até 2030 e gastos dos grandes hyperscalers acima de US$ 600 bilhões em 2026.

O material também mostra que o avanço da IA amplia a pressão sobre data centers, redes elétricas, semicondutores e minerais críticos. A energia passa a ser uma variável estratégica, já que o consumo elétrico global associado a data centers pode chegar a 1.500 TWh até 2030, patamar comparável ao consumo atual da Índia. Ao mesmo tempo, a disputa por chips e capacidade computacional reforça a rivalidade entre Estados Unidos e China.

Além da tecnologia, o relatório analisa um ambiente de fragmentação geopolítica, nacionalismo de recursos e maior atividade nos mercados de capitais. A expectativa é de condições financeiras ainda favoráveis, aceleração dos lucros corporativos, forte volume de fusões e aquisições, recordes em recompras de ações e aumento da emissão de dívida ligada à expansão de IA e infraestrutura.

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