Da automação robótica à agente: o novo salto da eficiência operacional.
O estudo mostra que o setor financeiro está entrando em uma nova fase da automação. Depois de anos em que o RPA entregou ganhos relevantes em eficiência, redução de erros e conformidade, as instituições agora enfrentam processos mais complexos, com maior volume de dados não estruturados, pressão regulatória e clientes que esperam respostas mais rápidas.
Nesse contexto, surge a Agentic Process Automation (APA), uma evolução que combina a precisão do RPA com raciocínio baseado em IA, adaptação, tomada de decisão e orquestração de processos de ponta a ponta. A proposta não é substituir o RPA, mas ampliar seu alcance, permitindo que agentes inteligentes lidem com exceções, interpretem intenções, aprendam com dados e coordenem fluxos mais complexos.
O material também destaca que a adoção da APA deve ser feita de forma estruturada, apoiada em quatro pilares: pessoas, processos, tecnologia e dados. A transformação exige novas competências, modelos de governança, segurança, monitoramento, explicabilidade e integração com plataformas já existentes, para que a automação avance sem comprometer controle, compliance e confiança.
Por fim, o estudo reforça que a APA pode se tornar um diferencial estratégico para instituições financeiras, especialmente em casos como atendimento ao cliente, KYC/AML, detecção de fraudes, processamento de sinistros, reconciliação, relatórios regulatórios e processamento de faturas. Empresas que adotarem a tecnologia com uma visão pragmática e escalável tendem a ganhar agilidade, eficiência operacional e capacidade de inovação.
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