Estudo revela como o consumidor brasileiro deve comprar e decidir em 2026
O estudo mostra que o consumidor latino-americano de 2026, especialmente o brasileiro, não pode mais ser analisado apenas como alguém “mais digital”. Segundo a MiQ, ele passa a ser um perfil mais exigente, emocional, cauteloso com os gastos e estratégico no uso do tempo e do dinheiro. Isso muda a lógica das marcas: o processo de compra deixa de depender só de preço e passa a envolver contexto cultural, reputação, conveniência e valor imediato.
O relatório também destaca que a América Latina vive uma transformação impulsionada por três forças simultâneas: digitalização acelerada, pressão econômica e fragmentação da atenção em múltiplas plataformas. Nesse cenário, o novo consumidor é descrito como um “navegador emocional”, que transita entre telas, conteúdos e decisões de compra enquanto administra tempo, energia mental e orçamento. Para as marcas, isso significa a necessidade de compreender não apenas o comportamento, mas também o que o consumidor sente e espera em cada etapa da jornada.
Os dados apresentados reforçam esse movimento. O estudo aponta que 72% dos consumidores latino-americanos comparam preços em pelo menos duas plataformas antes de comprar, enquanto 58% mudaram a forma de priorizar gastos nos últimos 12 meses por causa da inflação, da pressão econômica e da busca por conveniência. O efeito disso é direto: utilidade, transparência e benefício direto passam a pesar mais na avaliação das marcas do que atributos aspiracionais ou afinidade tradicional.
No recorte brasileiro, o estudo posiciona o país como o mercado mais digitalmente avançado da região. O material afirma que o Brasil combina comportamento hiperdigital, forte uso do celular na jornada de compra e grande adesão ao PIX, utilizado semanalmente por 82% dos consumidores citados. Além disso, o país demonstra maior abertura para experiências personalizadas, desde que sustentadas por práticas de privacidade transparentes e claramente comunicadas.
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