A confiança na IA não está apenas nos algoritmos. Está na capacidade de governá-los.

O setor financeiro brasileiro é hoje um dos mais digitalizados do mundo. Pix, Open Finance, fintechs, computação em nuvem e inteligência artificial já fazem parte da infraestrutura que movimenta trilhões de reais todos os...

A confiança na IA não está apenas nos algoritmos. Está na capacidade de governá-los.

O setor financeiro brasileiro é hoje um dos mais digitalizados do mundo. Pix, Open Finance, fintechs, computação em nuvem e inteligência artificial já fazem parte da infraestrutura que movimenta trilhões de reais todos os dias.

Mas uma pergunta se torna cada vez mais urgente:

Podemos confiar nas decisões tomadas por sistemas de IA?

Em seu novo artigo para a ABRIA, Maria Eva Mit Lazarin, presidente do Conselho Consultivo da Associação e conselheira do AI Safety Brazil, analisa um dos temas mais estratégicos da atualidade: a relação entre inteligência artificial, segurança cibernética e estabilidade financeira. O artigo destaca três pilares fundamentais para a construção dessa confiança:

✅ Explicabilidade Algorítmica (XAI) – entender como e por que uma decisão automatizada foi tomada. ✅ Auditoria e Validação de Modelos – garantir rastreabilidade, monitoramento contínuo e mitigação de vieses.

✅ Resiliência Cibernética – proteger dados, modelos e infraestruturas contra ataques, manipulações e falhas sistêmicas. O desafio não é frear a inovação.

O desafio é criar condições para que a inovação seja segura, auditável, explicável e resiliente. À medida que modelos de IA passam a aprovar créditos, detectar fraudes, monitorar transações e influenciar decisões financeiras, a confiança deixa de estar apenas nas instituições.

Ela passa a estar também no código.

📖 Vale a leitura para todos que atuam em tecnologia, finanças, regulação, compliance, governança e inteligência artificial.