Relatório aponta tecnologias deep tech que podem moldar o futuro da inovação europeia.
O estudo apresenta 25 sinais de tecnologias emergentes identificados a partir de dados de projetos financiados e propostas submetidas ao European Innovation Council entre 2021 e 2025. O objetivo é antecipar tendências de deep tech ainda em baixa ou média maturidade, mas com potencial de escala, impacto econômico e relevância estratégica.
As tecnologias foram organizadas em três grandes áreas: Digital & Space Technologies, Clean & Resource-Efficient Technologies e Biotechnologies & Health. Entre os temas analisados estão materiais 2D para memória avançada, redes quânticas, arquiteturas Zero Trust para IA distribuída, IA bioinspirada, computação de borda para satélites, biominação microbiana, dessalinização de baixa energia, materiais termoelétricos, fermentação com micélio, terapias de microbioma e design computacional de proteínas.
O relatório reforça que essas tecnologias podem ajudar a Europa a fortalecer sua resiliência, autonomia estratégica e competitividade global. A análise destaca áreas críticas como semicondutores, segurança digital, infraestrutura espacial, recuperação de materiais, eficiência energética, saúde personalizada e biotecnologia aplicada à produção de alimentos e medicamentos.
A principal mensagem é que a Europa precisa identificar e apoiar cedo essas tecnologias para evitar dependências externas e manter protagonismo em setores estratégicos. O EIC apresenta o relatório como uma ferramenta de inteligência antecipatória, voltada a orientar formuladores de políticas, investidores, pesquisadores e empreendedores sobre caminhos promissores da inovação deep tech.
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