A nova era da IA exige infraestrutura mais potente, segura e distribuída
O estudo apresenta a transição da inteligência artificial tradicional para a IA agentic, modelo em que agentes autônomos conseguem tomar decisões, planejar etapas e executar fluxos complexos com menor intervenção humana. A Cisco posiciona esse movimento como a entrada na era da “Internet of Agents”, em que pessoas e agentes de IA passam a atuar de forma conectada e colaborativa.
Ao longo do material, fica claro que essa evolução amplia fortemente a demanda por infraestrutura. O ciclo da IA agentic envolve pré-treinamento, ajuste fino, inferência e atuação de agentes, o que exige data centers mais robustos, redes de alta velocidade, aceleração por GPU, conectividade entre ambientes e arquiteturas capazes de operar do cloud ao edge. O estudo destaca que não existe uma única arquitetura ideal: os requisitos mudam conforme o porte da operação e o estágio do uso de IA.
Outro ponto central é que o avanço da IA não depende só de processamento, mas também de interconectividade, segurança e observabilidade. O white paper mostra que ambientes de IA distribuídos exigem conexões confiáveis entre clusters, data centers e borda, além de proteção contínua para dados, modelos e fluxos automatizados. Em especial, a segurança ponta a ponta e a capacidade de garantir desempenho consistente passam a ser fatores críticos para adoção em escala.
Na parte final, a Cisco apresenta seu portfólio como resposta a esse cenário, reunindo soluções de silício, rede, computação, óptica, segurança e gestão integrada para diferentes escalas de operação. A principal mensagem do estudo é que a era agentic exige uma base tecnológica preparada para combinar alto desempenho, flexibilidade, proteção e eficiência operacional, permitindo que empresas avancem em IA com mais velocidade e menor risco.
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