Este não é mais um estudo sobre o potencial da IA. É um alerta estratégico sobre a velocidade com que a vantagem competitiva está sendo redistribuída. Quem ler este material vai entender por que algumas empresas estão...
Este estudo revela uma das verdades mais importantes do mercado hoje: investir em inteligência artificial não significa, necessariamente, gerar valor. Enquanto a maioria das empresas ainda patina entre pilotos, experimentos isolados e ganhos marginais, um grupo muito pequeno já está transformando IA em crescimento, margem, reinvenção operacional e vantagem competitiva concreta.
A principal força do relatório está em mostrar que a distância entre quem captura valor e quem apenas fala sobre IA está aumentando rapidamente. Apenas 5% das empresas analisadas conseguem gerar valor substancial em escala, enquanto 60% ainda não extraem impacto material, mesmo após investimentos relevantes. O estudo demonstra que essa diferença não é tecnológica apenas: ela é estratégica, organizacional e operacional.
O material também mostra onde o valor real está surgindo: menos em iniciativas dispersas e mais na transformação de funções centrais do negócio, como vendas, marketing, operações, supply chain, manufatura, atendimento e P&D. Além disso, aponta que a próxima onda de aceleração virá da IA agêntica, que já representa parcela crescente do valor criado e tende a ampliar ainda mais a vantagem das empresas que já estruturaram capacidades para escalar.
Mais do que um diagnóstico, este estudo entrega um mapa claro do que diferencia as empresas que avançam: ambição multianual, liderança ativa da alta gestão, redesenho de workflows com foco em impacto, modelo operacional AI-first, capacitação do time e arquitetura tecnológica orientada para escala. É uma leitura valiosa para executivos, conselhos, investidores e líderes de transformação que precisam entender onde a IA realmente gera resultado e onde ela apenas consome orçamento.
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