Se você quer entender por que a próxima revolução do trabalho será decidida menos pelo hype da IA e mais pela solidez da infraestrutura, este estudo é leitura obrigatória.
Este estudo traz uma mensagem que muitos ainda estão subestimando: a Agentic AI não é apenas uma nova camada de automação, mas o gatilho da maior transformação da força de trabalho em uma geração. O ponto central é contundente: a adoção de agentes inteligentes não será definida apenas pela qualidade dos modelos ou pela ambição estratégica, mas pela capacidade de infraestrutura que sustenta tudo isso rede, segurança, governança, identidade, dados e resiliência operacional.
O relatório ganha força porque conecta transformação do trabalho com uma verdade técnica e estratégica pouco discutida: sem infraestrutura preparada, a Agentic AI não escala. Segundo o estudo, 87% dos executivos afirmam que a Agentic AI já remodelou suas prioridades estratégicas, e, em até 24 meses, em média, 55% da força de trabalho deverá colaborar regularmente com agentes. Ao mesmo tempo, 60% desse grupo ainda não possui as habilidades necessárias para trabalhar bem com esses sistemas. Ou seja: o desafio não é apenas tecnológico nem apenas humano é sistêmico.
A leitura é especialmente valiosa porque mostra onde estão as apostas dos líderes mais avançados. As organizações mais maduras, chamadas no estudo de production pioneers, já estão centralizando governança, modernizando a infraestrutura digital e direcionando, em média, cerca de 37% do orçamento de tecnologia para iniciativas de Agentic AI. Essas empresas não tratam a IA agêntica como experimento isolado, mas como decisão estrutural de competitividade. E os resultados já aparecem em eficiência operacional, qualidade de decisão, crescimento de receita e redução de custos.
Outro diferencial do estudo é mostrar que a nova fronteira competitiva não será vencida apenas por quem implantar agentes primeiro, mas por quem conseguir fazê-los operar com segurança, contexto em tempo real e controle consistente em ambientes híbridos e multicloud. O relatório deixa claro que a rede passa a ser a espinha dorsal da era agentic e que métricas de performance e resiliência da infraestrutura já estão entre os principais indicadores usados para medir vantagem competitiva.
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